O Instituto MRV, em parceria com a Fundação Pitágoras, acaba de divulgar o resultado do Educar para Transformar – 6ª Chamada Pública. Esta edição do programa de incentivo educacional teve como foco as escolas municipais e estaduais da rede pública de ensino fundamental e médio. Dentre as dez instituições selecionadas está a Escola Estadual de Ensino Fundamental Adonis dos Santos, localizada na Vila Martinica, em Viamão. A unidade escolar venceu a seleção com o projeto “Produzindo o Primeiro Documentário”, que irá promover a capacitação de professores e estudantes para criação de um documentário sobre a realidade social dos alunos. 

Ao todo mais de 150 escolas de 45 cidades se inscreveram para participar da seleção que ocorreu em duas etapas. Após a fase de pré-seleção realizada por uma comissão, 20 projetos foram para votação popular. As dez propostas mais votadas foram as vencedoras. As instituições selecionadas receberão R$ 30 mil em materiais e serviços para promover suas ações juntamente com os alunos. Os projetos ainda serão acompanhados e receberão o apoio do Instituto MRV e da Fundação Pitágoras para a troca de conhecimento e a verificação do desenvolvimento das ações.  

Com a temática ‘Uma escola aberta para novas ideias é uma escola aberta para o futuro’, esta edição do programa Educar Para Transformar priorizou as escolas municipais e estaduais da rede pública que possuem projetos com objetivo de atrair e reter os alunos, ampliando suas visões sobre os benefícios da educação e as diversas possibilidades de futuro que se pode alcançar.

“Recebemos vários projetos com propostas interessantes e todos tem como objetivo promover o engajamento dos alunos de forma criativa e envolvente. As escolas selecionadas se empenharam para divulgar suas propostas e agora, com o incentivo, poderão colocar em prática suas ações juntamente com os alunos. Esperamos que soluções criativas e inovadoras na educação favoreçam o empoderamento das relações humanas, contribuindo para o convívio social e o desenvolvimento do senso de comunidade”, explica Raphael Lafetá, diretor do Instituto MRV